terça-feira, 10 de agosto de 2010

" Dez coisas que levei anos para aprender "


1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa.

2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.

3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.

4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.

5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.

6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.

7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria "reuniões".

8. Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".

9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.

10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.

Para Quantos você é?

Nesses últimos dias tenho pensado a respeito de uma pergunta que ouço muito quando vou a igrejas, e que considero dispensável. A questão é “para quantas pessoas você falou de Jesus nesta semana?”. Normalmente é feita no culto de domingo – dia tradicional de frequentar a reunião religiosa.

A explicação de ser dispensável, para mim, reside no fato de o “falar de Jesus” não ser uma ação proposta por Ele, e sim pelos homens. Jesus nunca disse “ide pelo mundo falando de mim e aporrinhando as pessoas com as (supostas) verdades de vocês!”. Ele orientou apenas que o Evangelho fosse pregado. Aí alguém confundiu isso com o exercício de catequização e muitos “cristãos” passaram a seguir tal exemplo, ignorando o que Cristo sugeriu... e tornando-se verdadeiros chatos ambulantes, que não conseguem ficar calados, mas têm que sempre falar.

O problema não reside apenas no falar, mas no falar coisas erradas. E, o pior, falar coisas que Jesus não falaria. Foi Ele mesmo quem disse que aqueles que cressem nEle fariam coisas maiores que as que Ele fez enquanto esteve por aqui. E muita gente se esquece que Jesus amou até as últimas consequências, que Ele ignorou a imagem que os líderes da religião tinham de si, que abraçou prostitutas e agiotas, que defendeu e andou ao lado da pior estirpe de gente... Jesus largou a companhia dos religiosos da sua época para andar com pecadores.

E, hoje, o que acontece? “Pregar o Evangelho”, para muitos, virou encher a paciência das pessoas falando de um “Jesus” inventado. Um “Cristo” que nunca existiu. Pois o verdadeiro nem sempre é lembrado e imitado.

Voltando à questão inicial e ao porquê de eu a considerar extremamente dispensável, proponho que a pergunta passe a ser outra: “para quantas pessoas você foi Jesus nesta semana?” Sim, nosso papel é encarnar Cristo, é absorver o Seu Amor... e ser o que Ele foi na vida dos que o cercavam.

Falar quase nunca é o melhor caminho! Um milagre vale mais... E, quando falo de milagre, não digo abrir mares, curar doentes, andar sobre as águas etc. Falo do maior milagre da Vida: o Amor de Deus. Em um mundo de tanto ódio e indiferença, alguém que carrega em si o Amor do Pai é capaz de mudar radicalmente a vida das pessoas que enfrentam uma existência de dores e carências guardadas no coração...

Foi isso que Jesus fez. Mais que falar de si mesmo, Ele foi!

Pense nisso! Eu tenho pensado...